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Plataforma de Intercâmbio de Conhecimentos (KEP 2.0): A investigação e a inovação como motores essenciais da competitividade e do bem-estar

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  • Investigação, inovação e digitalização
  • Investigação e inovação

O papel vital da investigação e inovação (I&I) na promoção da competitividade europeia e na melhoria do bem-estar dos cidadãos foi o tema central de um seminário intitulado «Construir o futuro competitivo da UE com investigação e inovação – Permitir que as comunidades vivam melhor», realizado em 8 de outubro no âmbito da Semana Europeia das Regiões e dos Municípios.

O debate salientou a forma como o alargamento da UE em 2004 impulsionou o investimento em I&I e reforçou as reformas. O Horizonte Europa e os fundos de coesão desempenharam um papel fundamental, com dotações significativas. A exploração do financiamento disponível para a I&I é crucial para a prosperidade regional. 

Organizado no âmbito do projeto Plataforma de Intercâmbio de Conhecimentos (KEP 2.0), o seminário apresentou os êxitos locais alcançados através do financiamento da UE, avaliou programas-quadro anteriores e explorou oportunidades de melhoria e sinergias. A sessão forneceu informações concretas sobre os 20 anos decorridos desde o alargamento da UE e os 40 anos decorridosdesde o primeiroprograma-quadro. 

Os participantes envolveram os oradores com perguntas-chave, tais como: De que forma os programas europeus (fundos de coesão e programas-quadro) contribuíram até à data para colmatar o défice de inovação? Quais são as principais expectativas e recomendações das autoridades locais para o próximo programa-quadro?

Participaram no painel: Kata Tüttő, membro do CR, vice-presidente do município de Budapeste, vice-presidente da Comissão ENVE e do Grupo do PSE; David Uhl íř, representante da Agência de Inovação da Morávia do Sul;  e Francesca Doria, chefe de unidade adjunta na DG R&I. A moderadora foi Magda de Carli, diretora adjunta na DG R&I.

Kata Tutto (HU-PSE), membro do CR e vice-presidente do município de Budapeste: «Quando falamos de inovação, devemos também pensar no domínio social e na democracia. Embora as pessoas se envolvam cada vez menos na política, a confiança no governo local permanece. Portanto, devemos encorajar os cidadãos, principalmente os jovens, a participar da política".

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